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TRABALHOS

 

-  Nome do trabalho: Para onde foram os Pais? III

-  ano: 2010

-  técnica: Pintura

-  materiais: Tinta acrílica e transferência por solvente sobre tela

-  edição / tiragem (quando houver): Única

-  medidas (altura x largura x profundidade): 70 x 77 x 4 cm

 

 

-  Nome do trabalho: Para onde foram os Pais? IV

-  ano: 2021

-  técnica: Pintura

-  materiais: Pastel seco e transferência por solvente sobre papel reciclado

-  edição / tiragem (quando houver): Única

-  medidas (altura x largura x profundidade): 46 x 35 cm

 

 

-  Nome do trabalho: O Rapto das Sabinas

-  ano: 2010

-  técnica: Pintura

-  materiais: Tinta acrílica e transferência por solvente sobre tela

-  edição / tiragem (quando houver): Única

-  medidas (altura x largura x profundidade): 88 x 80 x 4 cm

 

 

-  Nome do trabalho: PATRIARCA!

-  ano: 2021

-  técnica: Pintura

-  materiais:  Pastel seco e transferência por solvente sobre papel reciclado

-  edição / tiragem (quando houver): Única

-  medidas (altura x largura x profundidade): 58 x 62 cm

 

MINI BIO

 

Eu preciso de uma nova métrica para o masculino:
uma nova andrometria.
O masculino precisa ser mais do que um penis & pennies: mais do que o sexo e a conta bancária.

Pedro Leão (São Paulo, 1981) vive e trabalha em São Paulo. Sua produção emprega pintura, fotografia e performance.

Sua pesquisa expressa uma relação ambivalente com a masculinidade tradicional. Leão procura algum equilíbrio entre respeitar valores positivos dessa tradição, e denunciar aspectos dela que hoje são questionáveis. Seus trabalhos tomam como ponto de partida símbolos e mitos geradores do ideário masculino, reinterpretando-os à luz das inseguranças do artista com seu próprio gênero.

Essa ambivalência encontra um eco na sua relação com a técnica de pintura tradicional. Lançando mão de técnicas clássicas de pintura a óleo e acrílica, que remetem à tradição pictórica ocidental aprendida em sua formação acadêmica, Leão tempera suas criações com peculiaridades como o método de transferência por solvente usado por pintores mais modernos como Rauschenberg ou detalhes em stencil e spray usados em street art. Personagens de peças clássicas dividem o espaço compositivo com QR codes e ilustrações de programas vetoriais aprendidos na sua época como diretor de arte publicitária. E em sua produção dos últimos cinco anos, a tela de pintura tem sido substituída integralmente como suporte por uma receita autoral de papel reciclado preparado para pintura, desenvolvido em conjunto com seus alunos do Ensino Fundamental.

Seja na temática, na técnica, ou na política identitária, Pedro Leão não nega a tradição, mas a atualiza.



(informações retiradas do portfólio do artista)